Percurso · 9 escritos · 1 h 20 min
Atenção e vida contemporânea
Presença, distração, tela e autonomia: nove escritos sobre o que leva a nossa atenção e o que a devolve.
Para quem sente que o dia passa sem que a atenção tenha sido sua.
Comece pelos mais curtos, que mostram o problema, e termine nos que ensinam a olhar de volta.
Começar por O Silêncio do Telefone Fixo
O caminho
- O Silêncio do Telefone Fixo
O intervalo como direito: dizer não ao chamado imediato do outro como forma de dizer sim à própria vida.
- A Chamada Que Trava
A tela promete resolver distâncias e às vezes só as disfarça: estar conectado não é estar presente.
- Quanto da Nossa Atenção Ainda Nos Pertence?
Quinze instantes de um dia comum, do despertador à noite, para medir quanto da atenção ainda é nossa.
- A Biblioteca no Bolso
O manifesto contra o conforto de não pensar: nunca houve tanto acesso ao conhecimento e tão pouca escolha.
- A Cidadela da Coesão
Uma fábula sobre engenharia social e autonomia: como um sistema decide o que as pessoas veem.
- O Fogo Que Promete Calor
O desejo que se mostra como chama e cobra como cinza: a mesma substância que aquece e que incendeia.
- A Colher Que Ninguém Nunca Olhou Direito
A virada: o extraordinário mora dentro do trivial, e o olhar se aprende.
- O Café da Milésima Vez
A atenção diária como resistência ao hábito que apaga o cotidiano.
- Uma Parte de Cada Vez
O exercício final: reaprender a sentir o corpo e o mundo, uma região de cada vez.