Percurso · 7 escritos · 1 h 12 min
Corpo, limite e cuidado
Sofrimento, terapia, cansaço, dignidade e autocuidado: sete escritos para quem precisa de cuidado e para quem cuida.
Para quem está cansado, para quem cuida de alguém e para quem ainda não sabe pedir ajuda.
Sem pressa e sem ordem obrigatória no meio; o último escrito é uma fábula sobre procurar ajuda.
Começar por Uma Parte de Cada Vez
O caminho
- Uma Parte de Cada Vez
Reaprender a sentir o corpo, uma região de cada vez.
- O Calo Que Fica Mais Forte
Por que escondemos o ponto que deveríamos reforçar: onde o osso mais doeu, o osso mais resiste.
- O Vaso Que Saiu Torto
O medo de errar em público e o que se perde quando se esconde a tentativa malfeita.
- A Vigilância Vestida de Cuidado
Vigiar não é cuidar: a primeira peça da Tetralogia da Gaiola Invisível, sobre o corpo.
- A Porta Trancada Por Dentro
O desafio de ser ouvido: a sensação exata de bater numa porta trancada por dentro.
- O Aceno Que Não Chega
A dignidade de quem não é visto.
- O Celeiro das Palavras
Terapia, autocuidado e a coragem de se escutar: não é preciso esperar desabar para pedir ajuda.